Como unha materia seca aboiando
Ou como un peixe áxil
Percorro o curso do río
A ribeira estrañamente despoboada
Onde se meteron todos?
Non lonxe, en outeiros solleiros
Unhas estruturas feitas de paus
Sosteñen cadáveres de congros
Inquiétame esta soidade
Imaxino a todos nun niño quente
Que eu non dou atopado
Non renego do meu destino
Á fin sei que nacín navegante
Mais por veces semella un deserto
a tona do ancho mar
*
Sailor
*
Like a floating dry matter
Or like an agile fish
I travel along the river
The bank strangely abandoned
Where did everyone go?
Not far away, on sunny hills
In some structures made of sticks
Hang the corpses of conger eel
This loneliness worries me
I imagine everyone ele in a warm nest
That I can’t find
I don’t deny my destiny
Finally I know I was born a sailor
But sometimes it seems like a desert
The surface of the wide sea
Gostei muito! Fez-me pensar no infante D. Henrique, o navegador.
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É um grande elogio para mim! Quando estudei o português, há 30 anos, li uma história de Portugal e fiquei namorado do teu pais.
Um abraço
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E eu sou uma apaixonada do teu país!
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🎁🎁 muitas vezes penso ao paralelismo das nossas vidas. Agora, mais uma vez mudamos de casa, de Londres para o norte da Inglaterra!
E a vida segue! Um abraço
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De facto, há um paralelismo nas nossas vidas. Os dois ibéricos pela Europa. Espero que a mudança tenha corrido bem. Que coincidência, nós talvez vamos mudar de cidade.
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Ainda estamos a levar coisas com o carro! Nós vieramos o ano passado a Londres e este ano já de volta para o norte! Este é o sexto ano em UK.
Espero que seja para melhor a vossa mudança, porém com filhos é mais complicado.
Até já, Filipa
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