
A pouca terra seca
que queda pegada ás raíces
despréndese cando subo
aos avións, animais do aire
que foxen das tormentas
reconcíliome coa cidade
regateando nos cais
-como papá e mamá
-cando ía da man
-aprendendo o nomadismo
tomo uma francesinha
compro um casaco
cor de azulexo…
curo o esvaecemeento
con versos apátridas
que aboian soltos
sen a áncora
dunha bandeira
só coa pegada do meu
adn viaxeiro
Stateless
The little dry soil
that remains in the roots
comes off when I get on
the planes, air animals
fleeing the storms
I reconcile with the city
haggling on the docks
-like Dad and Mom
-when I used to go hand in hand
-learning nomadism
I have a francesinha,
buy a jacket
tile color
I hail the fading
with stateless verses
floating loose
without the anchor
of a flag
just with the imprint of my
traveler DNA
Gosto muito e identifiquei-me com a poesia. Francesinha? Esteve no Porto? Um abraço Abel.
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Muito obrigado pelo comentário, sim estive
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Estive uns dias no Porto, e levo outra imagem da cidade, reconciliei-me com ela
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O Porto ou se adora ou se detesta. Eu sou de Lisboa, mas gosto muito do Porto.
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Eu sou de Vigo e mesmo se jà conheço a cidade desde criança, é desta vez que fiquei namorado dela.
Uma aperta Filipa
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Eu gosto muito da Galiza. E conheço bem Vigo. Bonita cidade! O meu padrinho é de Vigo também. Bom fim de semana Abel.
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Bom fim de semana também para si, prazer em conhecê-la
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Igualmente Abel! Feliz Páscoa!
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